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Iridologia
A íris (parte colorida dos olhos), revela como está o funcionamento do organismo nos seus âmbitos: nervoso, cárdio-circulatório, digestório, imunológico, glandular, estrutural, urinário e respiratório. A avaliação iridológica, também possibilita verificar o estado emocional da pessoa, ou seja, o nível de estrese, de tensão à que o organismo está submetido.
A finalidade principal de se marcar uma consulta com um iridólogo é a de verificar os órgãos de choque da pessoa, ou seja, como estão funcionando cada órgão e sistema do indivíduo; estão-se em equilíbrio ou desequilíbrio e em que grau se apresentam as disfunções (agudo, sub-agudo, crônico ou degenerativo). Também é muito importante já deixar claro que através da iridologia não é possível ver sintomas, cirurgias já feitas, extração de órgãos, vírus, gravidez, taxas sanguíneas, portanto não faz diagnóstico. Mas os achados iridológicos podem contribuir e grandemente para a prevenção, promoção e manutenção da saúde, como prevê a OMS (organização mundial da saúde).
O iridólogo pode á luz da iridologia apontar ao indivíduo seus pontos frágeis, despertando sua atenção para as debilidades inerentes, onde poderão ocorrer futuros distúrbios se continuar com o estilo de vida errado. Aí então, em posse de todos os dados, poderá sugerir um programa de vida mais saudável para corrigir possíveis disfunções detectadas.
História da Iridologia
Há cerca de dois séculos, Ignatz von Peczely era apenas um menino húngaro de 12 anos que apreciava brincar em seu jardim. Um dia capturou uma coruja, mas, acidentalmente, quebrou-lhe uma das patas. Preocupado com o ocorrido, notou o surgimento de um sinal na parte colorida do olho da ave, exatamente no instante do ferimento. A marca permaneceu ali, mesmo após a consolidação da fratura. O tempo passou e Peczely, já adulto e médico, observou que alterações no organismo de seus pacientes podiam ser identificadas por meio da íris e, assim, idealizou um mapa representativo dos órgãos do corpo humano.
Embora a técnica já fosse conhecida pelas civilizações egípcia e grega, e até pela Medicina Tradicional Chinesa, foi desta forma que surgiu a iridologia, método observacional que estuda a íris para conhecer o indivíduo integralmente. E isso só foi possível porque o olho é uma terminação do nervo óptico e, também, um prolongamento exterior do sistema nervoso autônomo. Considerando que a íris é formada por fibras nervosas, ela seria capaz de receber informações de todo o sistema nervoso, mostrando características psicofísicas, predisposições, desequilíbrios ou pontos fortes, a capacidade de recuperação de cada um, além do impacto do estilo de vida na saúde.
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